quarta-feira, 16 de maio de 2007

Telhados....





Quando entristeço
Olho através da janela
Vejo telhados marrons,
Apenas telhados
De todos os tipos e tamanhos
Vejo heras,
Subindo pelas paredes nuas
Como se agarrassem a vida
De tal forma
Como se dependesse dela.

Vejo a cidade,
Vejo o horizonte,
O verde das fazendas
A relva, os pastos.
As árvores, os animais.
Dependendo da minha imaginação,
Vejo um pé de manga cheio de frutas,
Vejo nuvens tão brancas, formando desenhos,
Que me perco entre elas, brinco,
Que cada imagem engole a outra.


Quando percebo, olho ao redor,
Não sei onde deixei a minha tristeza,
Devo ter deixado em algum canto da memória,
Porque depois de tanta beleza,
Eu só consigo ter paz.





Myrian Benatti

Um comentário:

TOM (sala C) disse...

Olá...dona poesia...
Visitei teu blog e simplesmente adorei...
Enquanto houver poesia...haverá vida...perfume...encanto...beleza...
Jamais desista de teus sonhos viu...
És um "encanto" de "alma"...

Bem vindo!!!

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Quem sou eu

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Sou poesia,sou procura, sou ilusão.

quem sou eu...

Desde mocinha eu escrevia poesias, cada vez que eu terminava uma paixão, eu fazia um poema, cada tristeza, alegria,cada olhar maroto.Acho que porisso me tornei uma poetiza, pq sempre estive apaixonada.As lágrimas que eu derramava se transformavam em sementes, em letras, em textos, em poemas.Ainda hoje faço isso, qdo estou triste com alguém eu escrevo uma poesia, cada poesia minha tem uma história.É como a semente que transformou em árvore.(MyrianBenatti)