terça-feira, 9 de outubro de 2007

O cafajeste


Quando o amor está findando

Visto a roupa de uma outra mulher


Uma nova fantasia,

Uma nova personalidade,

Um novo começo,

Uma nova história.


Na esperança de reconquistá-lo,

Na esperança que volte a me amar,

Na esperança que volte para mim.


E ele ama a minha fantasia,

E ele me deseja como carne,

Não se importa quem está vestida,

Não me reconhece,


Apenas vê uma mulher,

Desde que esteja aí,

Para satisfazer suas necessidades,

Se sou eu,

Ou minhas máscaras.


O que eu esqueço,

O que eu não percebo,

É que o amor já acabou,

O que ficou são lágrimas amargas,



E que ele morreu,

E que ele sempre foi


Um cafajeste,


Eu apenas não percebia,

Porque eu o amava,


Posso vestir mil fantasias,

Que ele só vai amar,

Só vai desejar


A fêmea que existe em mim.




Myrian Benatti

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Quem sou eu

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Sou poesia,sou procura, sou ilusão.

quem sou eu...

Desde mocinha eu escrevia poesias, cada vez que eu terminava uma paixão, eu fazia um poema, cada tristeza, alegria,cada olhar maroto.Acho que porisso me tornei uma poetiza, pq sempre estive apaixonada.As lágrimas que eu derramava se transformavam em sementes, em letras, em textos, em poemas.Ainda hoje faço isso, qdo estou triste com alguém eu escrevo uma poesia, cada poesia minha tem uma história.É como a semente que transformou em árvore.(MyrianBenatti)